ALVISE " LUIGI " CORNARO

ALVISE " LUIGI " CORNARO

Alvise " Luigi " Cornaro

Alvise "Luigi" Cornaro (14841 -1566) foi um nobre veneziano que escreveu tratados sobre dieta, incluindo Discorsi della Vita Sober (Discursos de vida sóbrio). Para estar perto da morte na idade de 35, Cornaro alterar os seus hábitos alimentares, o conselho de seus médicos e começou a furar a uma dieta de restrição calórica. Sua ração diária inicial era de 14 onças (cerca de 400 g) de alimentos sólidos e 17 onças (cerca de 500 g) de vinho. Mais tarde ele reduziu sua ingestão diária para nenhuma carne mais sólida ou um ovo. Seu primeiro tratado foi escrito quando ele tinha 83 anos, e sua tradução Inglês, muitas vezes referido hoje como o método seguro e certo de atingir uma vida longa e Saudável (Seguros e método preciso para alcançar uma vida longa e saudável), passou através de numerosas edições; seguido por três outros tratados sobre o mesmo assunto, escritos com a idade de 86, 91 e 95 anos. Os três primeiros foram publicados em Pádua em 1558. Eles são escritos, diz Joseph Addison em The Spectator (O Espectador) (no. 195) no início do século XVIII, "com um espírito de alegria, religião e bom senso como são os concomitantes naturais da temperança e sobriedade. "morreu em Pádua em 98 anos.

Na obra conhecida como Illustrissimi (Ilustrísimos), uma coleção de cartas escritas pelo Papa João Paulo I, quando ele era patriarca de Veneza, Cornaro serve como um dos "beneficiários" das letras. Há 40 cartões no total, principalmente personagens da história italiana e ficção, assim como personagens fictícios e históricos de renome internacional, como Pinóquio, Charles Dickens, Hipócrates e Jesus.

SIR NICHOLAS WINTON - HERÓI DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Sir Nicholas Winton em outubro de 2014 (Foto: Michal Cizek/AFP)
Sir Nicholas Winton

A história do homem que salvou 669 crianças e nunca disse nada a ninguém

Há pessoas que descobrem rapidamente sua missão na vida e Sir Nicholas Winton cumpriu a sua de forma grandiosa, mas totalmente em silêncio e sem alarde. Ele organizou o resgate e passagem para a Grã-Bretanha de cerca de 669 crianças judias da Tchecoslováquia em sua maioria destinados aos campos de extermínio nazistas antes da Segunda Guerra Mundial, em uma operação conhecida como o Kindertransport.

Sir Nicholas nunca contou a ninguém que foi o responsável por salvar tantas crianças e nunca pediu crédito sobre seus feitos. Foi a mulher que, em uma visita ao sótão, vários anos depois, descobriu e tornou públicas as ações de Winton.

Em 1998, um programa da BBC organizou o encontro desse herói com algumas das pessoas salvas por ele, pedindo que, em dado momento, elas levantassem da plateia.

Sir Nicholas Winton, (nascido Nicholas Wertheim; Hampstead, 19 de maio de 1909 - 01 de julho de 2015) foi um britânico que organizou o resgate de 669 crianças em sua maioria judias na antiga Checoslováquia, antes das suas deportações campos de concentração nazistas, salvando-as da morte certa em 1939, antes do início da Segunda Guerra Mundial. É muitas vezes chamado de Schindler britânico.


Nicholas Winton foi agraciado com a Ordem de Tomáš Garrigue Masaryk, Quarta Classe, pelo Presidente Checo em 1998.

No aniversário da rainha, em 1983, foi nomeado membro da Ordem do Império Britânico por seu trabalho na instalação de asilos da sociedade Abbeyfield na Grã-Bretanha e, em 2002, elevado a cavaleiro pela rainha Elizabeth II em reconhecimento ao seu trabalho no salvamento das crianças.
Nicholas Winton encontrou-se novamente com a Rainha durante a sua visita de Estado que ela fez à Eslováquia, em outubro de 2008.

O asteroide 19384 Winton foi nomeado em sua honra pelo casal de astrônomos checos Jana Tichá e Miloš Tichý.

Em 2008, Nicholas Winton foi homenageado pelo governo checo de várias formas: uma escola de ensino elementar em Kunžak recebeu seu nome e foi agraciado com a Cruz do Mérito do Ministério da Defesa, Grau I. Também foi indicado pelo governo checo para o Prêmio Nobel da Paz de 2008. Por ter antepassados judeus, Winton não foi agraciado no quadro de Justos entre as Nações.

Nicholas Winton nasceu em 1909 em Hampstead, Londres, filho de alemães judeus que haviam se mudado para Londres dois anos antes. O sobrenome da família era Wertheim mas mudaram para Winton como um esforço de integração. Eles também se converteram ao Cristianismo e Winton foi batizado.

Em 1923, Winton entrou na Stowe School, mas saiu sem se formar. Ele continuou os estudos frequentando uma escola noturna enquanto era voluntário no Midland Bank. Também foi para Hamburgo e trabalhou no Behrens Bank, em seguida no Wasserman Bank, em Berlim.

Em 1931 mudou-se para França e trabalhou no Banque Nationale de Crédit, em Paris, onde adquiriu formação na área bancária. Quando retornou para Londres, tornou-se corretor na Bolsa de Valores de Londres.

Antes do natal de 1938, Winton foi até Praga e ajudou seu amigo Martin Blake, que havia lhe chamado para ajudar em trabalhos humanitários aos judeus. Assim, viu de perto a situação dos judeus na parte da Checoslováquia que estava ocupada por nazistas. Winton serviu a Força Aérea Real durante a Segunda Guerra Mundial.

Trabalho Humanitário

Pouco antes do Natal de 1938, Winton estava prestes a viajar para a Suíçapara umas férias de esqui, quando decidiu viajar a Praga para ajudar seu amigo Martin Blake, que estava envolvido em trabalho humanitário com judeus. Ele ficou no Sroubek Hotel, na Wenceslas Square, e pouco tempo depois percebeu que não haviam planos específicos para salvar as vidas das crianças, criando a própria organização para ajudar crianças judias que corriam risco com nazistas.

Winton entrou em conta(c)to com Refugee Children's Movement (RCM), em Londres. A missão dessa organização era conseguir alojamento e a quantia de dinheiro que o governo Britânico requisitava como garantia para aprovar a entrada dos refugiados europeus perseguidos pelo nazismo.
Em novembro de 1938, pouco depois da Kristallnacht na Alemanha Nazista, a Câmara dos Comuns do Reino Unido aprovou uma medida que permitiu a entrada de refugiados com idade inferior a 17 anos, contanto que tivessem um lugar para ficar e £50 depositadas como garantia de pagamento de um bilhete para eventual retorno ao país de origem.

O boato do "Britânico da Rua Wenceslas" se espalhou e logo uma grande quantidade de famílias apareceram para tentar incluir seus filhos na lista que os colocaria fora do alcance nazista. "Era exasperador", Winton disse um dia, "como cada grupo se sentia mais urgente que o outro".

Durante nove meses ele tentou evacuar 669 crianças, por trem, de Pragapara Londres. Entre eles estava Karel Reisz, que se tornaria uma famosa cineasta, autora do premiado filme "The French Lieutenant's Woman". Hoje em dia, acredita-se que existam mais de 5.000 crianças das chamadas "crianças de Winton" que seriam descendentes das crianças que Winton salvou.

Um nono trem com 250 crianças deveria ter partido em setembro de 1939, mas a data coincidiu com a declaração de guerra do Reino Unido à Alemanha. O trem não saiu da estação e as crianças não foram vistas novamente.

Durante mais de cinco décadas Nicholas Winton não revelou esse trabalho humanitário para ninguém. A história foi a público quando sua esposa, Greta, descobriu no sótão de sua casa uma pasta que continha a lista das crianças salvas e cartas para os pais delas.

Holanda

Um obstáculo importante foi conseguir permissão oficial para cruzar os Países Baixos, pois as crianças estavam destinadas a embarcar em uma balsa que ficava em Hoek van Holland. Após Kristallnacht, em novembro de 1938, o governo holandês fechou oficialmente as suas fronteiras a todos os refugiados judeus. Os guardas de fronteira (Marechaussee) procuraram ativamente por refugiados judeus e, quando encontrados, eram mandados volta para a Alemanha, apesar dos horrores da Kristallnacht serem bem conhecidos nos Países Baixos (por exemplo, a partir da fronteira germano-holandesa na sinagoga de Aachen podia ser visto em chamas, a apenas 3 km de distância).

Winton, no entanto, teve sucesso graças às garantias de que ele tinha obtido dos britânicos. Após o primeiro trem, as coisas correram relativamente bem ao atravessar a Holanda. A holandesa Gertruida Wijsmuller-Meier salvou outras 10.000 crianças judias, principalmente de Viena e Berlim, mas não se sabe se ela e Winton se conheceram. Em 2012 uma estátua foi erguida no cais em Hoek van Holland para comemorar todos aqueles que salvaram crianças judias.

Winton encontrou casas na Grã-Bretanha para 669 crianças, muitas delas órfãs pois os pais tinham sido executados em Auschwitz. A mãe de Winton também trabalhou com ele para colocar as crianças em lares e albergues. Durante todo o verão, Winton colocou anúncios em busca de famílias para aceitá-los. O último grupo de 250 crianças, programado para sair de Praga em 1 de setembro de 1939, não chegou com segurança; os nazistas invadiram a Polônia, marcando o início da Segunda Guerra Mundial, e as crianças foram enviadas para campos de concentração.

Segunda Guerra Mundial

Com a chegada da guerra, Winton pediu o registo como objetor de consciência e serviu na Cruz Vermelha, mas em 1940 ele rescindiu sua objeção para se juntar à FAR, Administrativo e deveres especiais Branch. Winton era inicialmente um aviador, subindo a sargento no momento em que ele foi contratado em 22 de junho de 1944, como um oficial piloto agindo em liberdade condicional. Em 17 de agosto de 1944 foi promovido a oficial-piloto em liberdade condicional. Ele foi promovido a o posto de diretor de voo substantiva guerra em 17 de fevereiro de 1945. Ele renunciou a sua comissão em 19 de Maio de 1954, mantendo o título honorário de tenente de voo. Winton manteve o silêncio sobre suas façanhas humanitárias por muitos anos, até que sua esposa Grete encontrado um scrapbook detalhado em seu sótão, em 1988. Continha listas das crianças, incluindo os nomes de seus pais, e os nomes e endereços das famílias que tomou-los dentro Através do envio de cartas para estes endereços, 80 de "crianças de Winton" foram encontrados na Grã-Bretanha. O mundo descobriu sobre o seu trabalho, em 1988, durante um episódio do programa de televisão da BBC That's Life!, quando foi convidado como um membro da plateia. Em um ponto recados de Winton foi mostrado, e suas realizações explicou. A apresentadora do programa, Esther Rantzen, perguntou se alguém na plateia devia a sua vidas a Winton, e, em caso afirmativo, para ficar em pé. Mais de vinte pessoas ao redor de Winton se levantaram e o aplaudiram.

PABLO ESCOBAR, NARCOTRAFICANTE COLOMBIANO

Pablo Escobar

Pablo Emilio Escobar Gaviria, colombiano nascido em primeiro de dezembro de 1949. Falecido em  2 de dezembro de 1993, na cidade de Medellín. Foi o mais importante narcoterrorista e um dos homens mais ricos do mundo nos anos 90. Apelidado carinhosamente de “Don Pablito” ou “El Patron”, chefiava o Cartel de Medellín, traficando bilhões de dólares em cocaína com sua dócil política chamada "plata o plomo" (prata ou chumbo).

O narcotraficante ajudava a população carente da Colômbia e utilizava a ideologia antiimperialista para camuflar suas ações ilegais, ganhando apoio da maioria dos colombianos. Por exemplo, Escobar construía estádios de futebol e financiava alguns times da cidade, dizia tirar dos ricos para dar aos pobres, criando uma imagem de Robin Hood. Com isso, o povo de Medellín acobertava-o, escondendo informações e fazendo o possível para protegê-lo das autoridades.

Ele teve uma infância pobre, nasceu em um barraco na cidade de Rionegro, em Antioquia. Foi o terceiro a ver o mundo entre seus seis irmãos e recebeu educação de um camponês, seu pai Abel de Jesus Escobar e de uma professora do ensino fundamental, sua mãe Gaviria Hemilda. Iniciou seus estudos em Ciências Políticas, mas desistiu por não conseguir pagar a mensalidade da faculdade. Então escolheu a solução para seus problemas no mundo do crime, inicialmente roubando túmulos e os revendendo para contrabandistas. Porém, Roberto Escobar, seu irmão, nega que Pablo tenha feito isso.

De qualquer forma, Escobar exercia outras atividades ilegais no início de sua carreira criminal. Começou com pequenos golpes como contrabando de cigarros falsos e venda de bilhetes de loteria falsificados. Aos 20 anos, já era um grande ladrão de carros, ao mesmo tempo em que atuava como guarda-costas. Antes de entrar no tráfico, conseguiu 100 mil dólares sequestrando um executivo de Medellín. Escobar começou a lucrar alto prestando trabalhos ao contrabandista Álvaro Prieto e, aos 22 anos, Pablo já era milionário.

No ano de 1975, Escobar começa a se envolver com o tráfico de cocaína. Fazia viagens de ida e volta entre Colômbia e Panamá, contrabandeando drogas para os Estados Unidos. Começou a ganhar notoriedade quando encomendou o assassinato de Fabio Restrepo, um revendedor de Medellín que tentou lhe matar. Um ano depois, Escobar e seus homens foram pegos com 18 quilos de pasta base, utilizada na composição da coca, após retornarem do Equador. Depois deste episódio, Pablo iniciava suas tentativas de suborno. Comprou alguns juízes de Medellín e conseguiu com que o caso fosse arquivado. Foi aí que começou sua política de lidar com autoridades matando-as ou subornando-as, o famoso sistema “O PLATA O PLOMO” (ou prata [dinheiro] ou chumbo).

Durante os anos 80, sua rede de distribuição de drogas ganha repercussão internacional. O Cartel de Medellín era peça chave no contrabando da cocaína que chegava aos Estados Unidos pelo México, Porto Rico e República Dominicana. Fora isso, outros mercados atingidos pelo cartel foram o Europeu e o Asiático.

Escobar fazia qualquer coisa para atingir seus objetivos. Foi responsabilizado pela morte de três políticos colombianos que concorriam à presidência, por explodir um avião da Avianca 203 e o prédio de segurança pública da cidade de Bogotá; e pelas guerras sangrentas com o Cartel de Cali. Segundo alguns historiadores, Pablo enviava cartas para suas vítimas, convidava-as para seus próprios enterros, que ocorriam precisamente nas datas sugeridas pelo terrorista.

Em 1991, após cometer o assassinato de Luis Carlos Galán, um candidato à presidência, Escobar fez um acordo com o governo colombiano para evitar sua extradição para os Estados Unidos ou sua morte pelo Cartel de Cali. Pressionado pelas autoridades e pela opinião pública, Escobar foi preso em uma prisão luxuosa, construída por ele mesmo, a La Catedral.

Após este episódio, a extradição de cidadãos colombianos foi proibida e uma nova constituição foi aprovada. Porém, suspeita-se, apenas suspeita-se, de que o rei da coca tenha influenciado alguns membros da Assembleia Constituinte. Mesmo preso, Escobar continuava com suas atividades ilegais. Em 1992, escapou antes da transferência para outra prisão, com medo de ser extraditado para os Estados Unidos. Como ele mesmo dizia, “prefiro uma cova na Colômbia a uma cela nos E.U.A.”.

A guerra contra o narcotraficante chegou ao fim quando uma equipe de especialistas em eletrônica colombianos, utilizando uma tecnologia de triangulação de rádio criada pelas autoridades americanas, encontrou Escobar desprevenido em um bairro de classe média de Medellín. Após um tiroteio, o traficante acabou encurralado em um telhado e levou uma saraivada de tiros. Algumas balas atingiram a perna, outras as costas, mas a fatal foi próxima ao ouvido. Apesar de ser o mais aceito, este é um acontecimento controverso e tem várias versões. Do episódio, restam apenas algumas fotos de policiais colombianos posando atrás do prêmio. Um barrigudo, morto e descalço Pablo Escobar.

Fonte: www.megatimes.com.br

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